Quando poderemos sair nas ruas sem a hipótese de sermos insultadas por sermos diferentes?
A quem interessar, o Senado tirou da pauta o projeto que criminalizava a homofobia, para análise "mais aprofundada".
Enquanto isso, aquele que for violentado (e até morto) por ser homossexual não pode fazer nada. Vc pode sair na rua e ouvir um belo "sai daqui sapatão" ou "nem fica perto seu viado".
Está certo isso? Tudo isso pq eu amo alguém do mesmo sexo que eu? Que culpa eu tenho?
Se eu saísse na rua e gritasse "seu nego fedido" eu seria presa. Agora se eu ouvir "sua sapatona nojenta" não acontece nada.
Quer dizer, graças a Deus, em São Paulo, que é um estado evoluído, eu ainda tenho amparo legal para poder me defender.
Sabe, essas coisas me revoltam. Tenho vontade de mudar daqui com a minha namorada e ir para um país de primeiro mundo. Onde existam pessoas sensatas.
http://movimentodeapoio.blogspot.com
Esse é o motivo da minha revolta. Essa mulher ridícula que se diz psicóloga. Graças a Deus a minha psicóloga é um anjo lindo na minha vida. Que só tem ajudado a me entender.
Ela diz que é contra a adoção por casais homossexuais. E diz mais um monte de absurdos também. Creio então que ela seja a favor que um garoto, fora da idade de adoção por um casal hétero, deva crescer numa instituição, sem família, sem amparo, à própria sorte, e que um dia entre no crime e mate um dos filhos dela num assalto. Isso é o correto. Tudo em nome de Deus.
Como ainda podem existir pessoas cegas desse jeito?
Conservadores são um atraso. Aff...
sábado, março 17, 2007
Quando vamos ganhar o direito de livre escolha?
Postado por Vih! às 3:55 AM 1 comentários
quinta-feira, março 15, 2007
Carta enviada ao Senado Federal
Todos sabemos que amanhã (dia 15), às 9h será votado o Projeto de Lei Complemental 5003/2001, que criminaliza toda e qualquer atitude homofóbica, igualmente ao racismo, xenofobia e intolerância religiosa.
É de extrema importância que esse projeto seja aprovado, pelo bem de milhares de brasileiros. É mais um direito garantido ao nosso tão falado "direito de escolha".
Enviei um texto aos senadores pedindo a aprovação da lei. Faça a sua parte, participe! Não adianta dizer que não há tempo para escrever o próprio texto, ou que vc não sabe escrever direito... no site Mix Brasil, vc pode "assinar" virtualmente um texto que será encaminhado pelo site. http://mixbrasil.uol.com.br/mp/campanha.shtml
Segue abaixo o texto que enviei:
__________________________________________________
Exmo(a) Sr(a). Senador(a),
Nesses últimos 50 anos, a sociedade brasileira passou por diversas mudanças de todos os tipos de ordem: social, cultural, entre outras. O comportamento dos cidadãos naquela época era totalmente divergente daquele que possuímos hoje. Posso afirmar isso com a certeza de ser professora titular da rede estadual de São Paulo. Meus alunos atualmente possuem atitudes completamente diferentes das que eu tinha quando criança, que eram diferente das que a minha mãe tinha quando criança, e assim sucessivamente. A capacidade de captação de informação das crianças hoje é muito maior do que em 1950, em que uma criança tinha como brinquedo somente um carrinho ou uma boneca. E as mudanças não são somente relacionadas à apreensão do conhecimento, mas também ao comportamento, à mudança de valores, à adaptação cultural que vem ocorrendo com as mudanças pertinentes na sociedade.
É com base nesse breve histórico que venho por meio desta manifestar meu total interesse pela aprovação da PLC 5003/2001.
É fundamental que, nessa sociedade que vive em constante evolução, as leis devam sim evoluir junto com ela. As leis têm como função ditar nossos direitos e deveres, punir aqueles que as transgridem e defender o cidadão que se mantém em ordem, enfim, reger um Estado. Como o homem, como um ser social, não é um ser estagnado, pois está em constante mudança, é importante, portanto, compreender que as leis que regiam esse ser social em 1940 não são as mesmas que regem o homem de hoje.
Dessa forma, é importante salientar que os valores que existiam há alguns anos já não são os mesmos que estão incutidos em nossas crianças. Volto a afirmar que as leis devem reger uma sociedade atual, portanto, como legislar com as normas de 20, 30 anos atrás? Devemos compreender que as mudanças que fazemos hoje não são apenas para nós, mas também para nossos filhos, netos e bisnetos. E essas mudanças devem ser feitas a todo momento, a fim de se adequar à nova sociedade que vier a surgir mais adiante.
Ainda, como se sabe, a mulher ganhou o direito ao voto há apenas 60 anos. Há somente pouco mais que 100 anos que o negro ganhou o direito de ser considerado cidadão. E há menos de 30 anos que os casais ganharam o direito de poder terminar um casamento. Antes disso, a mulher não era nada, o negro não era considerado “gente” e o casamento era para sempre. Sim, as coisas mudam. Homossexuais sempre existiram. E sempre existirão. É justo, portanto que, depois que a mulher ganhou o direito a sua independência, juntamente com a delegacia de defesa da mulher, e o negro o seu sistema de cotas, com a lei anti-racismo, que os homossexuais simplesmente continuem sofrendo agressões covardes movidas somente por preconceito? Quantas mulheres apanharam antes de conseguir reconhecimento? Quantos negros foram mortos? E então, quantos homossexuais serão agredidos e mortos até que algo seja feito? Será que amar virou crime?
Por favor, não considere as apelações religiosas que são feitas às cegas. Não digo para que abandone a religião ou algo parecido. Mesmo que existam pessoas que levam o nome de Deus para a política, é importante salientar que vivemos em um Estado laico, portanto, todos temos o direito de ser o que quisermos, de ter a religião que quisermos, de ir e vir sem incomodar ninguém. Quando alguém afirma que uma lei como essa vai contra as leis de Deus, essa pessoa se esquece de que, nesse país, existem milhares de pessoas que não crêem em Deus, e têm todo o direito disso, assim como é apontado logo no início da Constituição Federal, lei supra do nosso país. Temos o direito de fazer nossas escolhas, seja de usar azul ou rosa, ou de amar um homem ou uma mulher. O que pedimos é somente que nos dêem o direito de podermos fazer nossas escolhas, que deixem que vivamos como bem entendermos. Afinal, o homossexual é um contribuinte como qualquer outro, que é lembrado todos os anos pelo Imposto de Renda, por que então ser tratado como diferente na hora em que ele decide o que ele quer fazer da vida?
Finalizando, peço encarecidamente que dê especial atenção à esse projeto. E lembre-se de que o direito de milhares de brasileiros está em jogo. Ainda quero acreditar que é possível fazer política nesse país, e que realmente a função que você exerce é séria e à favor do ser humano.
Assim sendo, agradeço encarecidamente,
Postado por Vih! às 2:37 AM 1 comentários
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Sobre Carnaval, luto, hotéis sinistros e etc.
Carnaval.
Passei todos os dias do Carnaval com a minha lindinha. Nunca pensei q fosse tão gostoso, juro. Essa foi a primeira viagem que fizemos juntas, e eu simplesmente adorei!
E ninguém reclamou da minha saída. Explica-se: depois de uma discussão terrível q eu tive em kza, minha mãe realmente decidiu não tocar mais no assunto. (Ao contrário da mãe da Sandrinha, mas anyways, isso não importa. Eu a amo e ponto.)
Enfim, como foi gostoso ficar junto com a minha gatinha!!! E o mais legal é que foi num lugar completamente HT, kkkk! Era mto divertido dar fora nos moleques, e ver a minha Sandrinha puta de ciúmes (e eu dela, é claro!)
Ri horrores! Dormi horrores! Fiquei com ela horrores!!!
Nossa, amar é realmente bom demais.
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Luto
Meu amigo de infância faleceu nesse domingo. Leucemia. Tá legal, ele não era a pessoa mais certa desse mundo - estava preso - mas, no fundo no fundo, fiquei com uma angústia. E mto triste, pq ele era mto legal. E novo, apenas 25 anos.
Isso me faz pensar na vida e em tudo o que eu tenho feito nela. E cada vez mais eu tenho vontade de viver como eu quero. E eu quero casar, ter uma família, uma casa financiada pela caixa, um carnê das Casas Bahia, enfim, tudo o que uma pessoa comum pode querer. Eu tenho esse direito. E não vou deixar de fazer o que eu quero e ficar com quem eu amo por causa das outras pessoas.
No final a gente morre. E aí?
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Hotel Sinistro
"Fica tranquila, Vi. O lugar é simples, mas dá pra dormir legal."
E foi assim que eu fui parar com a Sandrinha num hotel no centro de Santos.
E me senti como se fosse uma hóspede no filme "o hotel maldito", ou algo parecido.
"func func func." meu nariz começou a travar.
"func func func" o nariz da Sandrinha começou a travar.
Olha que lindo, nós duas temos rinusinusite. Não é um amor?
"Vamos tomar banho, gatinha?" Sugeri. Nessas horas eu deveria ficar quieta.
"Vamos!"
"ahhhh!"
"o que foi?"
"essa água, tá fria pra caralho!"
"ah, vamos encarar, fazer o q?"
E tomamos banho frio.
"O que vc tá fazendo aí Gui?"
"Acendendo uma vela, pra acabar com o mofo."
"Mofo??"
Sim, tinha mofo lá também.
E voltando ao banheiro, o cano da privada - que estava solto - tinha o número do telefone da empresa que fabricou o material. 80-4000. Era da época que número de telefone só tinha dois digítos no prefixo! Dava pra levar o cano e vender num antiquário. Ou doar para um museu.
"Papai, o que é aquilo?"
"Um cano filhinha, da época que telefone celular não existia, que o sistema era estatal, e que ninguém ligava pra ninguém, pq era mto caro ter um telefone comum."
"Nossa! Faz tempo isso né?"
Isso pq vcs não viram a televisão. Uma 14'' da National, caixa de madeira, sem controle remoto. Eu jogava Atari numa daquelas! Aquele cano e aquela TV e eu fazia história! Pensei duas vezes antes de levar. Mas achei que não dava espaço no porta-malas do carro. Afinal, aquilo não era roubo, era auxílio.
Vacilos insanos à parte. Voltando ao quarto do hotel...
"Nhic nhic nhic..."
"Gatinha, que barulho é esse?"
"Não sei não anjo."
"Vai lá ver, vai."
"ué, vai você."
"Eu? e se for um rato?"
Se uma mulher é um bicho difícil, imagine duas. Graças a Deus que existe o inseticida, raticida, e todos os idas, e que eu tenho uma namorada que não tem medo de nada. Ufa!
"Tá, eu vou lá. Pronto. Não tem nada no banheiro."
"Mas eu ouvi um barulho."
"Nhic nhic nhic."
"Não falei?"
"Agora vai você."
"Eu vou, mas não me responsabilizo pelo grito que eu posso dar."
E não tinha nada. Mas o meu nariz ficou na mão. O cú - vcs devem estar pensando - já havia pulado pela janela.
Acordamos. Eu com uma puta dor de cabeça. Vocês não tem noção da capacidade destrutiva do mofo em uma pessoa com rinusinusite.
"Gatinha, me faz prometer uma coisa?"
"O que, linda?"
"que nunca mais a gente desvia o nosso caminho sem ter onde dormir, e que a gente nunca mais volta aqui?"
Ela riu e apertou a minha mão.
"Com certeza. Eu puxo o volante e desvio o caminho."
O preço disso tudo? 20 reais. É, existem coisas que o dinheiro não compra. Mas lá aceitava Mastercard.
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Rosas.
Começou com um cara correndo pelado pela praia de S. Vicente.
O primo dele estava perto. Era mto bonito e bastante educado.
"Nossa, ele é bonito né? Educado, divertido, legal. Gostei."
"Gostou foi?" O bichinho do ciúme começou a invadir a minha mente.
"Ah, não creio. Vc tá com ciúme, é isso?"
"Tô sim, pq? Ele é tudo isso aí que vc falou e lançou o maior olhar p vc que eu vi."
"Ah meu Deus, larga a mão de ser tonta!"
"Eu sou ciumenta, eu te avisei desde o início."
"Com licença, uma rosa? Você não acha que ela merece uma rosa?"
"Claro que sim! Uma rosa para a minha Vi, a namorada mais linda do mundo."
Acreditem se quiser, eu chorei. Chorei de verdade. Foi a primeira vez que eu ganhei uma rosa com tanto sentimento. E ela está aqui, linda, ao lado do meu computador.
Fala sério: minha namorada não é um arraso?
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Etc.
Recebi uma visita ilustre no meu blog. Walkiria, do "Mãe de lésbica" veio por aqui, isso não é tudo? linkei ela logo ao lado, e aliás, linkei mais um monte de gente da lista também!!! e desculpem a demora, mas sabe como é... eu ultimamente não tenho tido lá taaaaaanto cuidado em manter as minhas coisas... inclusive o meu blog, kkkk!!!!! Mas eu não desisti! E continuo mantendo... aos poucos, mas mantendo!
Ah, encontrei uma matéria muuuito legal na Superinteressante desse mês... vale a pena dar uma olhadinha!
http://br.geocities.yahoo.com/littlealonesp/sotaquegay.pdf
Sound: Talk to me, dance with me - Hot hot heat
Postado por Vih! às 11:26 PM 11 comentários
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Um mês depois.
Tá. Sem comentários. Sem dizer que eu sou sumida.
Aliás, não digam nada.
Estou apreensiva. Bastante. Demais. Algo que eu não queria que acontecesse está fugindo do meu controle. E eu não gosto dessas coisas, de verdade.
Explica-se:
Lembram-se que eu disse que havia uma aluna que eu achava que estava afim de mim?
Pois é. Ela realmente está. Não que isso me incomode, claro. Eu sou completamente apaixonada pela minha Sandrinha e não vivo mais sem ela. Não é isso. É outra coisa.
Ela pediu para conversar comigo. Disse que é normal, que eu nunca tenho atenção para ela mesmo.
"Conta aí cururu, o que tá acontecendo?"
"Lembra das cartas que eu te mandei? então. eu tô fazendo umas coisas erradas. Vc não tem culpa, mas eu fiquei meio mal pq eu não conseguia ver você de jeito nenhum durante dezembro e janeiro. Eu fiquei com saudade. Poxa, eu nem sei... me desculpa."
"Mas o que aconteceu, meu Deus?"
"É que eu, ah, sei lá, andei usando umas coisas erradas... drogas, sabe?"
"E eu posso saber pq?"
"Saudade. Eu não sei. É tontice minha, querer algo que eu nunca vou ter. Mas eu não me controlei, o qu eu posso fazer?"
Apareceu um amigo dela.
"Eu já falei para ela parar com isso professora. Já disse que vou dar bronca e tudo o mais. Até que ela tá melhorando."
Olhei para ela com reprovação.
"Não gostei do que você fez. Não gostei mesmo. Eu estou triste e magoada. Não precisava chegar nesse ponto, você sabe disso. Poxa, vc não pode se destruir!"
Abracei-a. Dei um abraço forte e confortável. Não sei se eu deveria ter feito isso, não sei se a Sandrinha vai brigar comigo. Mas eu senti que aquela pequena criaturinha precisava de ajuda. E não de um olhar crítico de repulsa.
Ela chorou. Não vi, mas senti no meu ombro o choro dela.
Saiu, dei um beijo no rosto dela e ela virou rapidamente para que eu não visse seu rosto vermelho. Abraçou o amigo e foi.
"O que aconteceu?" perguntou um colega de trabalho.
"Ah, problemas com a família. Eu fico com dó, pq ela confia em mim." Menti.
Fiquei mal. De verdade. Mas o que eu posso fazer?
Sound: Glory of life - Mink (Chris Cox - Anthem Mix)
Postado por Vih! às 1:18 AM 5 comentários
domingo, janeiro 14, 2007
Texto.
Pensei em publicar trezentos milhoes de coisas nesse blog. Realmente, eu sei q eu to um pouco sumida... e ttas coisas acontecendo... nossa, minha cabeça tá completamente virada. Que medo de mim.
Enfim, encontrei esse texto perdido no meio das minhas coisas e resolvi compartilhar. É a resposta de uma mulher acerca do pedido (indeferido diga-se de passagem) de legalização da união homossexual no estado de São Paulo, feito pelo procurador do ministério público.
Hoje já podemos fazer contratos de união estável. Aos poucos as coisas vão melhorando, finalmente.
Segue o texto:
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A grande maioria das pessoas concorda que gostaria de ser uma pessoa saudável, feliz e útil enquanto estiver aqui na Terra, vivendo. Para que isso se torne possível, recebemos durante todas nossas vidas e das mais diferentes fontes (pais, parentes, professores, autoridades, amigos, mídia, etc.) uma abundância (talvez excessiva) de conselhos, broncas, ameaças, dicas, fórmulas e regras que acabam nos programando sobre o que é a felicidade e como buscá-la. Mas, em algum lugar desse caminho, ao amadurecermos como adultos, começamos a notar que, na verdade e gostemos disso ou não, somos nós mesmos que criamos nosso próprio sentido de existência como seres humanos, embora baseando-nos em valores e crenças de outras pessoas. Em algum ponto de nossas vidas, por vontade própria ou por acidente, descobrimos que o sentido da nossa vida depende somente de nós mesmos. Somos ao mesmo tempo autores, diretores e o ator principal dessa peça fantástica que se chama Vida. Para muitas pessoas essa descoberta é tão assustadora que preferem voltar para sua zona de segurança, uma área confortável onde não é preciso pensar apenas obedecer. Para elas, é difícil aceitar que evitar tomar decisões já é em si uma decisão. É um paradoxo: tem gente que toma a decisão de não decidir. É a decisão de deixar os outros decidirem no seu lugar. Em última análise, a decisão de deixar de ser quem se é para ser quem os outros querem que ela seja. Felizmente, existem também as pessoas que se dão conta dessa liberdade de poder pensar (e decidir) de maneira livre e racional. Conseguem aceitar o fato de que o pré-condicionamento que receberam, independentemente de seu conteúdo ou fonte, é apenas mais um passo inevitável do processo de maturação e amadurecimento. Dessa maneira, elevam-se, fortalecendo sua estima e amor-próprio. De maneira apaixonada, as pessoas livres valorizam sua dedicação, buscando jogar o melhor possível com as cartas que a Vida lhes dá, através do crescimento e da aprendizagem contínua. Consistentemente, escolhem fazer coisas que fazem sentido em suas vidas trazendo junto a realização pessoal e profissional. Aonde você se encaixa? Você é quem gostaria de ser? Faz o que gostaria de fazer? A sua vida é a vida que você queria ter? Não aceite as desculpas racionais que sempre aparecem em nossas mentes quando fazemos essas perguntas. Melhor ainda: preste atenção no seu comportamento, na sua atitude, pois essas são as melhores formas de descobrir corretamente que tipo de filosofia e valores pessoais você tem. Na imensa maioria das vezes, as coisas acontecem porque alguém tomou uma decisão A Natureza recompensa a ação, e não desejos ou sentimentos. O controle de qualquer situação requer foco e expectativas claras sobre nosso objetivo final, bem como conhecer as ações ou passos que devem ser tomados para atingir esse objetivo de maneira satisfatória. A verdade é que uma pessoa pode esperar um raio cair para iluminar sua vida, mas isso é tão raro que nem vale a pena esperar. Sorte, já dizia o sábio, é quando a preparação encontra a oportunidade. As duas coisas se complementam, e de fora, para quem olha como espectador, parece sorte. Mas na verdade existe muito trabalho duro e esforço por trás dessa sorte. Se existem aspectos na sua vida que você gostaria de mudar, você precisa de um objetivo, de um plano de ação, e da determinação de transformar isso em realidade (ou seja, agir!). Para vencer o jogo você precisa entrar em campo. Para ganhar na loteria você precisa pelo menos comprar um bilhete. Finalizo em respeito ao procurador Senhor João Gilberto ora o artigo publicado, mas cabe lembrar existem prioridades urgentes no dia a dia do povão que contribuiu para o pobre/rico Presidente da República as demagogias de preconceitos, presenciadas no dia a dia.
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Sound: So Many Times - Gadjo
Postado por Vih! às 12:08 AM 7 comentários
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Sumi.
Mas ainda existo. E queria avisar que eu não larguei esse blog.
Kisses!
Postado por Vih! às 12:51 PM 4 comentários
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Quinze minutos.
Desde sábado que eu não via a Sandrinha.
Desde sábado.
Domingo exigiram a minha presença para sair aí eu fui, já que às vezes eu sou necessária. (Puxa, as vezes eu queria nem ser notada, mas putz, eu sou... ai q saco isso.)
E como ela está trabalhando agora (isso é maravilhoso, claro.)
Segunda não deu.
Terça não deu.
Quarta... deu.
Nos vemos por quinze minutos.
Quinze minutos.
Quinze minutos.
Não me conformo. É pouquíssimo tempo para quem está morrendo de saudades como eu. Minha vontade, ao vê-la, na casa do Geraldo, foi de encosta-la na parede e beija-la até eu perder o fôlego...
mas o irmão dele estava lá. "Meninas, acalmem-se... meu irmão ainda não sabe de mim!"
Ai que ódio. Tudo bem que ele tinha razão... mas puta merda (até merece um palavrão isso) saudade me irrita!!!
"Fica aqui até as oito e meia, linda... acho que eu saio mais cedo hoje..."
"Tudo bem... mas eu preciso fazer um trabalho da faculdade, e amanhã eu levanto cedo..."
Fui para a escola com a esperança de sair mais cedo. Passei o trabalho de recuperação para as crianças, que, curiosamente, fizeram tudo super rapidinho, p ir embora logo.
Mas dois professores enrolaram... enrolaram...
E eu fiquei lá até as dez. E não vi a Sandrinha.
Agora eu estou aqui. Olhando para minha aliança no dedo, com o coração apertado, segurando para não chorar. Não desejo a ninguém que passe por isso. É muito, muito, muito ruim.
[Sound: Inevitable - Shakira]
Postado por Vih! às 9:21 PM 6 comentários